Nos últimos dias, tem sido constrangedor assistir a parte da imprensa e alguns agentes públicos tentando reescrever a história política de Sergipe para atacar o ex-governador Belivaldo Chagas.
O argumento é raso: dizem que houve “traição” porque, no passado, houve indicações para cargos estratégicos. E aqui é preciso dar nome aos fatos, e às pessoas.
Estamos falando de Priscila Felizola, à frente do Sebrae Sergipe, e de José Carlos Felizola Filho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Não são figuras ocultas. São agentes públicos com trajetória, formação e atuação concreta.
José Carlos, por exemplo, não surgiu do nada: advogado, com passagem pela gestão pública como secretário de Meio Ambiente, assumiu o Tribunal de Contas com o reconhecimento institucional de sua experiência e capacidade técnica. Sua indicação foi aprovada por unanimidade pela Assembleia Legislativa, ou seja, passou pelo crivo político e institucional do estado.
Já Priscila Felizola, no Sebrae, ocupou uma função que exige gestão, articulação e entrega. E é exatamente isso que se observa: continuidade de políticas de apoio ao empreendedor, fortalecimento do ambiente de negócios e presença ativa da instituição no desenvolvimento econômico.
Agora vem a pergunta que desmonta toda essa narrativa:
Se essas pessoas não tivessem capacidade técnica, a culpa seria de quem?
De quem indicou, ou de quem nomeou?
Porque quem nomeia é o governador. E o governador é Fábio Mitidieri.
Ou seja: ao tentar desqualificar Priscila e José Carlos hoje, esses críticos estão, na prática, dizendo que o próprio governo colocou pessoas sem capacidade em cargos estratégicos.
E isso é grave.
Ou se reconhece que são técnicos competentes, e os resultados estão aí para provar, ou se assume que houve loteamento irresponsável da máquina pública.
Não dá para sustentar os dois discursos.
Mais do que isso: tentar reduzir a trajetória de Belivaldo Chagas a esse tipo de narrativa é ignorar sua história política. Estamos falando de um ex-governador reeleito com ampla votação, com décadas de vida pública, que ocupou cargos estratégicos e conduziu o estado em momentos importantes da sua história.
Belivaldo não é um político de ocasião.
E decisões políticas, como apoiar outro projeto, fazem parte do jogo democrático. Sempre fizeram.
O que não pode fazer parte do jogo é a tentativa de desqualificar pessoas, distorcer fatos e inverter responsabilidades.
Porque, quando isso acontece, não estamos mais falando de política.
Estamos falando de algo muito mais grave: de uma covardia patrocinada.
E para finalizar, se o questionamento é que a capacidade dos mesmos são incontestes, e ainda assim – estando lá por competência, repito – acredita-se que Belivaldo deveria apoiar o governo…Quanta infantilidade. Se ate Deus, nos deu o livre arbítrio, agora vamos botar uma corrente em Belivaldo.
Sugiro passarem na Drogasil, chupeta ortodôntica a partir de R$ 9, 90



