E o diabo Foca, teria coragem de entrevistar?

Na entrevista recente sobre a polêmica fala de Nitinho, Luiz Carlos “Foca” fez questão de reconhecer algo que todos nós concordamos. O mar de Maceió é sim, um presente de Deus. Bonito, exuberante, digno de orgulho.

E nisso, ninguém discorda.

Mas já que falou de Deus – e eu creio- teria ele coragem de entrevistar o diabo?

Se Foca reconhece a beleza do que Deus criou, reconhece também que há na terra algumas provações.

Porque, curiosamente, enquanto se fala de paraíso, pouca gente quer reconhecer o inferno que acontece aqui, no chão, nos bastidores do poder, mais precisamente, que ganha vida na ALESE.

O diabo está entre nós, acredite.

Não o diabo das metáforas fáceis.

Mas aquele que, anda de terno, circula com desenvoltura entre gabinetes, tem trânsito livre entre figuras importantes e age com uma tranquilidade que chama atenção.

Um tipo de figura que, segundo comentários que ecoam nas ruas, se aproxima dos mais humildes não para resolver, mas para se aproveitar da necessidade. Assim como fez contratando trabalhadores rurais, e dando o calote. Gente humilde, que além da força do braço, só tem a fé para seguir.

Que lida com dinheiro público como se fosse extensão da própria vontade.

Que se movimenta sem constrangimento, mesmo quando os números levantam sobrancelhas e as histórias causam indignação.

Mas sobre isso, infelizmente não só o respeitado jornalista Foca, mas toda a imprensa permanece em silêncio.

Nenhuma pergunta incômoda sobre os mais de 60 mil reais contratados em Ilha das Flores para reparos de pneus em uma borracharia.

Nenhuma entrevista firme sobre os mais de 60 mil reais, contratados pelo gabinete de Capela de quentinhas. E olhe que o prefeito é magrinho.

Nenhum aprofundamento, de ninguém. Se estivéssemos falando de corrupção, eu ate acreditaria que o governo do Estado seria conivente, silenciando o jornalismo do nosso Estado por meio de verbas publicitárias para calar os mal feitos de seus aliados.

Mas isso só seria possível, se o governador fosse aliado do diabo, e isso eu acho que não.

Porém, voltando a falar de Deus que foi generoso com o mar de Maceió, o mesmo todo poderoso, taqmbém foi astuto em permitir que das Alagoas, ultrapassasse a barreira o tinhoso galegão. E como diria Sdiney Souza, o Galegão é um homem mau.

Enviado das trevas, chega em Sergipe e faz dos laços matrimoniais, seu principal ativo. Usurpa sobrenomes, rouba esposas, e como anfitrião de um circo de horror, não aceita somente o papel do palhaço ladrão de mulher. Mas assume o protagonismo de um seriado conhecido como “Prendam-me se puder. Meu gov. me protege”

Assim, ficamos todos de terço na mão, torcendo para que Foca tenha coragem de enfrentar o diabo que não é um anjo decaído, mas sim um forasteiro faminto. Que rouba, zomba, e ainda sonha em presidir a assembleia. De Deus?

Se a assembleia de Deus, ou não, só Foca poderá nos responder em sua entrevista futura. Assim, cremos.

E parafraseando Lelê Teles, para finalizar:
Palavras da Salvação.

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