Nos bastidores da política sergipana, o nome de Priscila Felizola como possível vice na chapa de Valmir de Francisquinho começa a ganhar corpo. E se confirmada, essa composição pode representar algo raro na política: a união entre liderança popular consolidada e capacidade técnica comprovada.
Valmir de Francisquinho dispensa apresentações. Prefeito de Itabaiana com índices de aprovação que giram em torno de 80%, ele construiu uma trajetória política baseada em resultados concretos. A cidade é hoje um retrato dessa gestão: dezenas de obras, infraestrutura ampliada, investimentos estruturantes e uma administração que dialoga diretamente com o povo. Não por acaso, Valmir chegou a ser eleito governador nas urnas, numa demonstração clara da força popular que carrega. O que veio depois, a interrupção desse caminho por decisões jurídicas, não apagou um fato evidente: há um capital político e uma confiança popular em torno do seu nome que poucos líderes em Sergipe conseguiram construir.
Mas toda grande liderança política precisa de equilíbrio, competência técnica e visão administrativa ao seu lado. É exatamente nesse ponto que Priscila Felizola surge como um nome de enorme consistência.
Filha do ex-governador Belivaldo Chagas, Priscila cresceu acompanhando de perto a vida pública e a responsabilidade de governar. Belivaldo construiu sua história como um homem público respeitado, reconhecido pela seriedade, pelo equilíbrio e pelo compromisso com Sergipe. Essa origem, longe de ser apenas um sobrenome, representa uma escola política baseada na responsabilidade institucional e na ética administrativa.
No entanto, o que chama atenção em Priscila não é apenas a origem, é o caminho próprio que ela construiu.
Advogada, com sólida formação profissional e mais de duas décadas de atuação, Priscila construiu uma trajetória marcada pela competência administrativa. Passou por funções estratégicas, liderou o Senac Sergipe e hoje está à frente do Sebrae Sergipe, onde desenvolve um trabalho reconhecido de fortalecimento do empreendedorismo, estímulo à economia local e apoio aos pequenos negócios.
Sua presença à frente de uma das instituições mais importantes para o desenvolvimento econômico do estado não é fruto de herança política. É resultado de entrega, preparo e capacidade de gestão.
Em um tempo em que a política muitas vezes se perde em disputas menores, a possível composição entre Valmir e Priscila aponta para algo mais amplo: uma aliança entre força popular e competência administrativa.
De um lado, um líder que fala diretamente com o povo e já provou nas urnas sua capacidade de mobilização e de gestão municipal.
Do outro, uma gestora preparada, que traz consigo experiência institucional, visão estratégica e uma capacidade administrativa já testada em organizações complexas.
Valmir representa a energia política das ruas.
Priscila representa a inteligência administrativa da gestão moderna.
Se essa união se consolidar, Sergipe poderá assistir à formação de uma chapa que reúne popularidade, experiência, preparo técnico e renovação. E talvez seja exatamente esse equilíbrio que o estado precisa para dar um novo salto em seu desenvolvimento.



