No Pará como em todo o Brasil, a festa também é cultura.
Mas tem gente que entende uma coisa ainda maior: o povo não pode ficar “pra depois”.
Porque enquanto tem político que só aparece no brilho do calendário, Ângelo Ferrari aparece no peso da realidade, onde a promessa vira cobrança, e a cobrança vira caminho.
E isso não é discurso vazio.
Na região do baixo amazonas, por exemplo, ele foi o “princípio ativo” para a construção do Hospital Municipal — um investimento divulgado pelo Governo do Pará em R$ 19,8 milhões, justamente pra fortalecer a saúde de quem vive longe do centro e perto das urgências.
E a pauta da saúde também aparece em ações regionais, como convênios que contemplaram Oriximiná e outros municípios do Baixo Amazonas com tomógrafos para a rede municipal. Estrutura que muda diagnóstico, tempo de resposta e salva vida.
Em Belém, quando a COP30 já deixou legado e discussão, ele não ficou na superfície do “ambiental bonito de falar”: coordenou debate sobre o Seguro Defeso dos Castanheiros, um tema que é economia de quem vive da floresta, identidade, pertencimento e respeito a quem mantém a Amazônia em pé com trabalho, e não com slogan.
E agora, mais recentemente em Serra Azul, o que se vê é o retrato do compromisso: uma comunidade que viveu no escuro por tempo demais, e onde ele vem dizendo, e sustentando, que “luz não é favor, é direito”. A luz ainda não chegou, mas está chegando. E está chegando porque teve insistência, cobrança e presença. Não foi promessa de ocasião.
É aí que mora a diferença.
No Pará, tem quem brinque o Carnaval.
E tem quem, mesmo no Carnaval, não brinca com a esperança de ninguém.
O Pará precisa de políticos assim: humanos o suficiente pra ouvir, firmes o suficiente pra cobrar, e sérios o suficiente pra cumprir.
Porque festa passa. Compromisso fica.
E como ele mesmo diz: “BORA TRABALHAR PAPAI!”



