Sergipe sabe reconhecer quem transforma ideia em legado. E poucos nomes conseguem simbolizar tão bem essa conexão entre cultura, povo e política quanto Robson Viana. Ex-deputado estadual, articulador cultural e idealizador do Rasgadinho, Robson ocupa um espaço que não se constrói da noite para o dia: o da confiança popular.
O Rasgadinho não é apenas um evento. Ele se consolidou como o coração do Carnaval de Aracaju, um carnaval de família, democrático, acessível, que atravessa gerações e preserva a identidade sergipana. Hoje, quando se fala em Carnaval na capital, fala-se naturalmente do Rasgadinho, e isso não é acaso, é construção.
Esse sucesso tem nome, sobrenome e trajetória. Robson Viana soube entender que cultura também é política pública, que festa popular também é desenvolvimento, turismo, economia criativa e pertencimento. Ele fez do Rasgadinho um patrimônio vivo, reconhecido pelo povo e incorporado ao calendário cultural do estado.
Como toda grande obra coletiva, o caminho não é isento de desafios. Recentemente, ajustes e cancelamentos pontuais na programação geraram ruídos. Mas quem acompanha a política com seriedade sabe: imprevistos administrativos acontecem, sobretudo quando dependem de recursos externos e decisões que fogem ao controle direto da organização. O que diferencia Robson é a postura. Transparente, responsável e sempre respeitosa com o público.
Mais importante do que episódios pontuais é o conjunto da obra. E é exatamente aí que Sergipe reconhece Robson Viana. Reconhece sua capacidade de articulação, sua leitura social, seu compromisso com o que é genuinamente sergipano. Reconhece que ele não é apenas um nome do passado, mas uma liderança que continua atual, necessária e com muito a contribuir.
Por isso, não é exagero afirmar: o lugar de Robson Viana é na Assembleia Legislativa de Sergipe. É ali que sua experiência, sua sensibilidade cultural e sua conexão com o povo encontram o espaço institucional adequado para se transformar em política pública, em leis, em ações concretas.
A política precisa, mais do que nunca, de representantes que conheçam o povo não apenas pelos números, mas pelo chão, pela rua, pela festa, pela cultura. Robson Viana é desses. E quando Sergipe olha para sua história, entende que reconhecimento não é favor. É consequência!



