Em tempos de disputa política, é comum que as divergências apareçam. O que não pode se tornar comum é a tentativa de destruir reputações por meio de ataques covardes, muitas vezes descolados da realidade. É exatamente isso que parece estar acontecendo agora com André, alvo de uma ofensiva que tenta reduzir sua trajetória e sua capacidade política a narrativas que não resistem ao crivo da verdade.
Sergipe é um estado pequeno. Aqui, as pessoas se conhecem. Conhecem histórias, trajetórias e, sobretudo, reconhecem quem trabalha e quem tem compromisso com o estado. Ninguém que acompanhe minimamente a vida pública sergipana pode negar que André tem desempenho político, preparo e desenvoltura suficientes para representar Sergipe em qualquer espaço de decisão nacional.
Seu perfil público sempre foi marcado pela capacidade de diálogo, pela articulação política e pela compreensão das necessidades do nosso estado. Essas qualidades, que deveriam ser motivo de reconhecimento, parecem ter se transformado justamente no motivo pelo qual ele vem sendo alvo de ataques. Em política, infelizmente, não é raro que aqueles que demonstram potencial para crescer passem a incomodar.
É preciso lembrar que Sergipe terá apenas duas vagas para o Senado, e nosso estado conta com bons nomes na política. Isso é saudável para a democracia. Mas a disputa precisa ser feita no campo das ideias, do debate de projetos e da comparação de trajetórias, não no terreno rasteiro das insinuações e das tentativas de desqualificação pessoal.
André reúne características que muitos sergipanos reconhecem: preparo, capacidade de articulação e visão de desenvolvimento para o estado. Por isso mesmo, é natural que seu nome seja visto por muitos como alguém que pode, deve e tende a ser um bom senador para Sergipe.
Quando ataques se concentram em uma única pessoa, muitas vezes isso diz mais sobre o medo dos adversários do que sobre o alvo das críticas. Sergipe merece uma política mais elevada, onde as diferenças sejam debatidas com respeito e onde a população possa avaliar quem realmente tem condições de defender os interesses do nosso estado em Brasília.
Contra André, de fato, o único ponto nocivo de verdade, é o seu apoio ao deputado forasteiro, o chamado “galegão da usina”, figura que muitos sergipanos enxergam como alguém que pouco contribui com o nosso estado. Esse é um debate legítimo, e talvez seja algo que o próprio André precise refletir e reavaliar.
No fim das contas, a verdade sempre prevalece. E em Sergipe, onde todos se conhecem, o julgamento final sempre será do povo.



