Raça pura, pulso forte.

Aqui no Pará, onde o rio ensina mais que muito discurso bonito, o povo costuma dizer: “caráter não se mede no grito, se mede na hora apertada”. E 2025 foi um desses anos de hora apertada na política brasileira. Foi quando muita gente se escondeu no meio da boiada, mas Júnior Ferrari resolveu ficar de pé, sozinho se fosse preciso.

Quando chegou na Câmara dos Deputados a tal da PEC da Blindagem (aquela proposta que, na prática, criava mais proteção pra político do que pra cidadão comum) a maioria da bancada do Pará seguiu o fluxo, fez como a maré cheia. Mas Júnior Ferrari não. Ele foi o único deputado federal do Pará a votar contra. Sozinho. Sem fazer firula, sem discurso pra plateia, mas com o voto registrado, seco, do jeito que o ribeirinho respeita: direto e honesto. Ali, ele disse muito sem precisar falar alto. Disse que mandato não é escudo, é responsabilidade.

Esse gesto correu os rios, subiu as estradas, chegou nas vilas, porque o povo entende quando alguém não se dobra fácil. Não foi só um voto, foi posição. Foi Ferrari dizendo, em Brasília, aquilo que muita gente diz na beira do rio: “quem não deve, não se esconde”.

E não foi um ato isolado, não. Júnior Ferrari fecha mais um ano em Brasília consolidando uma trajetória que já não é de agora. Pelo terceiro ano consecutivo, ele voltou a ser reconhecido nacionalmente pela sua atuação parlamentar, recebendo o Prêmio de Excelência Parlamentar, concedido pelo Ranking dos Políticos. Uma avaliação técnica, dura, que mede presença, produtividade, postura ética e compromisso com o dinheiro público. Não é prêmio de amizade, é de desempenho.

Enquanto uns aparecem só em época de cheia — eleição, votação grande, foto bonita — Ferrari manteve constância. Presente nas votações, ativo nos debates, atento às pautas que impactam diretamente o Pará, do interior à capital. Um mandato que não vive só de discurso bonito, mas de trabalho registrado, voto declarado e coerência mantida.

No fim das contas, o povo do Pará reconhece isso do jeito mais simples: dizendo que é um deputado que não some, que não muda de conversa conforme o vento, e que, quando o caldo entorna, não vira o remo pra salvar só a si mesmo.

Assim, Júnior Ferrari encerra o ano legislativo com algo que não se compra em Brasília: respeito popular. Porque mandato passa, prêmio guarda na estante, mas caráter — esse fica marcado na história, como trilha aberta no meio do mato, pra quem quiser ver por onde ele passou.

E no Pará, isso vale mais que muito título.

E quem pensa que a importância de Júnior Ferrari se resume a um voto corajoso ou a prêmio pendurado na parede, se engana feio. O trabalho dele em Brasília corre por debaixo d’água, como correnteza forte que não faz barulho, mas muda o curso do rio.

Ferrari foi peça central em debates estratégicos para o Brasil, especialmente nas áreas de energia, mineração e desenvolvimento regional, setores que batem direto no peito do Pará. Não por acaso, presidiu uma das comissões mais sensíveis e importantes da Câmara dos Deputados, lidando com temas que envolvem desde a geração de energia até o uso responsável das riquezas minerais — assunto que mexe com emprego, arrecadação e soberania nacional. Ali, não defendeu só o Pará, defendeu o Norte inteiro, com conhecimento técnico e voz firme.

Enquanto muita gente ainda enxerga Brasília como lugar distante, Ferrari tratou de transformar mandato em ponte. Atuou de forma direta na articulação de recursos, investimentos e projetos para municípios paraenses, dialogando com prefeitos, vereadores e lideranças comunitárias, ajudando a destravar obras, fortalecer infraestrutura e garantir que o Pará não ficasse sempre no fim da fila quando o assunto era orçamento e prioridade nacional.

Assim, o que se constrói ao longo do tempo não é só um currículo político, mas uma referência de representação. Um deputado que, mesmo em Brasília, não perde o sotaque, nem a memória de onde veio, nem o compromisso com quem vive da roça, do rio, da cidade pequena e da periferia grande.

No fim da conta, Júnior Ferrari não fecha o ano apenas com feitos pontuais, mas com uma marca clara: a de quem entende que mandato não é escudo, não é privilégio, nem vitrine — é ferramenta. E ferramenta boa é aquela que, quando o povo precisa, está afiada, firme e na mão certa.

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