Oriximiná precisa decidir se quer cair, continuar no mesmo erro, ou se já aprendeu.
Porque não dá pra olhar pra tudo que já aconteceu e fingir que não viu.
O prefeito Delegado Fonseca não é alguém que carrega apenas desgaste político. Carrega condenação por improbidade, milhões questionados pelo TCM, contas reprovadas, processos, denúncias… e um histórico que qualquer cidade (e cidadão) séria levaria em consideração antes de confiar de novo.
Mas agora surge uma nova tentativa.
Um novo nome, Renata Fonseca.
E aí vem a pergunta que ninguém quer fazer em voz alta, mas o povo já faz baixinho, no mercado, na beira do rio, na calçada:
será mesmo que é novo?
ou é só a mesma história com outra cara?
Porque vamos ser sinceros:
Não estamos falando de alguém distante dessa realidade.
Não estamos falando de alguém que chegou agora.
Estamos falando de quem vive dentro do mesmo ambiente.
De quem convive todos os dias com quem administra.
De quem está mais próxima dessa gestão do que qualquer eleitor.
E aí fica difícil vender como se fosse algo separado, isolado, independente.
Porque política não é só discurso, é trajetória. É convivência. É referência.
E ninguém absorve tudo isso sem carregar também uma forma de pensar, de agir, de enxergar o poder.
Então a dúvida que fica é simples, apesar de pesada:
Oriximiná vai escolher quem de fato faz, briga e entende as necessidades de toda calha Norte, ou só aceitar uma continuidade disfarçada?
Porque não adianta vir com aparência de renovação quando o conteúdo todo mundo já conhece.
Não adianta trocar o nome e achar que o povo vai esquecer o resto.
Não deve ser assim não!.
O povo pode até ouvir promessa, mas já entendeu o que está por trás dela.
E quando a história já mostrou como funciona, não é prudência repetir.
O voto de quem quer o melhor para Oriximiná, nós sabemos que não pode ser depositado em quem mesmo sem poder, já era conivente com quem não agia de forma correta com o nosso povo. Não podemos nos enganar por uma pintura de meio fio, ou por uma varrida na cidade. Lembre-se, isso não é favor, é obrigação!



