NÃO É SÓ CONVERSA NÃO

Rapaz, deixa eu te contar uma coisa aqui, assim, de quem vive no Pará, de quem conhece estrada de barro, rio largo e hospital longe. Política, quando é só discurso bonito, a gente já aprende cedo a desconfiar. Mas quando a coisa começa a virar obra, virar lei, virar atendimento… aí muda de conversa.

Esse deputado aí, o Ângelo Ferrari, não é dos que só aparecem em época de eleição não. O caboco anda, escuta, se mete onde o povo tá e, vez por outra, faz umas coisas que até a gente se espanta.

Na Assembleia, por exemplo, o homem não fica só batendo palma. Tá metido em comissão que mexe com orçamento, com fiscalização, com obra, com agricultura, com segurança. E quem conhece a Alepa sabe: se não tiver nessas mesas aí, a coisa não anda. É ali que o peixe grande passa.

Lei que presta e não é só pra inglês ver

Tem lei dele que não sai em manchete nacional, mas muda a vida do povo lá na ponta. Associações comunitárias reconhecidas, patrimônio cultural protegido, coisa que ajuda comunidade a existir de verdade, a receber apoio, a não ficar invisível.

Tem projeto pra valorizar o que é nosso — festa, cultura, esporte de rua, símbolo da região. Porque aqui no Pará, identidade também é política pública, viu? Quem não entende isso, governa de longe.

E na saúde, o homem também já entrou em debate pesado. Medicamento especial, acesso, interiorização… não é glamour, mas é onde o calo aperta.

Agora deixa eu falar de coisa grande: Hospital Menino Jesus

Se tem uma coisa que ninguém brinca é com saúde. E quem mora no interior sabe: adoecer longe de hospital é quase uma sentença.

O Hospital Menino Jesus, lá em Oriximiná, hoje hospital regional, não caiu do céu. Aquilo ali é obra grande, investimento pesado — mais de 60 milhões de reais, com UTI, com atendimento 24 horas, com especialidade que antes só tinha em cidade grande.

São 26 leitos, sendo 10 de UTI adulta. Isso significa menos gente viajando horas de barco ou estrada pra tentar salvar a vida. Isso significa dignidade.

E não foi só inaugurar e sair na foto, não. Teve acompanhamento, teve articulação, teve emenda, teve pressão política. Quem entende de bastidor sabe: obra pública só sai se alguém puxar.

“Ah, mas e as emendas?”

Pois é… as emendas tão espalhadas nos sistemas do Estado — SEPLAD, SESPA, essas coisas que o povo comum nem vê. O que dá pra afirmar, sem conversa mole, é que tem recurso indicado, tem obra, tem entrega. E quem acompanha a região sabe que isso não é pouca coisa.

E fica claro uma coisa: se isso é o que aparece, imagina o que ainda tá no miolo do orçamento, rodando silencioso.

Da beira do rio pra COP: o tal do Seguro Castanheiro

Agora, pra fechar bonito — aí sim, com chave de ouro.

Quando teve aquele debate grande sobre clima, floresta, COP, esse povo engravatado falando difícil… o Ângelo foi lá e levou uma pauta simples, mas arretada:
o Seguro Defeso dos Castanheiros.

Porque preservar floresta é bonito no discurso, mas quem vive da castanha sabe: se a safra quebra, a fome não espera. E não adianta falar em Amazônia em pé deixando o caboclo caído.

O seguro pros castanheiros é isso: proteger quem mantém a floresta viva. É política ambiental com cara de gente, com pé no chão, com cheiro de mato molhado.

E ali, naquele espaço internacional, o Pará não falou só de árvore. Falou de povo.

No fim das contas…

Esse mandato do Ângelo Ferrari não é só número, nem só papel, nem só post em rede social. É estrada percorrida, hospital aberto, lei útil e pauta que nasce no interior e chega no mundo.

Tem muito mais coisa feita? Tem.
Nem tudo aparece fácil nos sistemas? Verdade.
Mas o que já dá pra ver é suficiente pra dizer: não é deputado de vento, não.

Aqui no Pará a gente aprende cedo:
quem faz, aparece. Ângelo!
quem só fala, o rio leva.

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