KITTY, MAIS QUE “AU-AU”

Quando o nome Kitty Lima aparece no debate público em Sergipe, muita gente associa, de cara, à defesa dos animais. E essa é, de fato, uma marca do mandato. Mas reduzir a trajetória dela ao “au-au” é perder o principal: Kitty transformou uma pauta histórica, muitas vezes tratada como “secundária”, em política pública, e ampliou sua atuação para saúde, educação, meio ambiente, gestão e fiscalização do Estado.

Da Câmara Municipal à Assembleia: a virada de chave

Conhecida no cenário político de Aracaju ainda na fase de vereadora, Kitty chegou à Assembleia Legislativa eleita com 18.008 votos, iniciando o mandato em 1º de fevereiro de 2019.
Esse começo importa porque mostra um traço constante: ela não “caiu de paraquedas” no Legislativo estadual, veio de base, com rua, cobrança popular e construção de pauta.

“Não é só proteção animal”: é produtividade, articulação e resultado

Em 2025, a própria cobertura institucional da Alese aponta o mandato como um dos mais atuantes, com presença constante em tribuna, articulação institucional e foco que vai de saúde pública a meio ambiente e dignidade das pessoas. Mantendo, claro, a causa animal como eixo estruturante.

Um símbolo desse crescimento foi a nomeação como vice-líder do Governo na Alese, com registro de caráter histórico na cobertura – inclusive por ser destacada como a primeira mulher a ocupar o posto.

Feitos concretos que mostram amplitude de agenda

Alguns exemplos bem objetivos ajudam a enxergar o tamanho do “portfólio”:
Saúde: há lei de iniciativa dela criando a Semana de Incentivo à Doação de Órgãos em Sergipe, fortalecendo conscientização e mobilização social.

Educação: coordenou, na Alese, o Seminário Estadual do Plano Nacional de Educação (PNE 2024–2034), conectando Sergipe ao debate nacional do novo plano decenal.

Produção legislativa ampla: no sistema da Alese Legis, aparecem mais de uma centena de proposições associadas ao nome dela, com matérias que vão de reconhecimento cultural (ex.: evento declarado patrimônio imaterial) a pautas urbanas e ambientais.


E, dentro da pauta animal -sem romantização, com regra e execução-, dá pra ver medidas específicas: proibição de práticas de contenção que causem sofrimento, regras de proteção e responsabilização e programas/medidas de apoio a protetores e organizações.

2026 tende a ser “crescente”
Previsão eleitoral ninguém assina como “garantia” com seriedade. Mas dá pra sustentar uma leitura política: quando um mandato combina causa identitária forte + entrega legislativa + espaço institucional, a tendência é entrar em ano eleitoral com mais capilaridade, mais alianças e mais recall. E o noticiário da Alese descreve exatamente esse combo: atuação, diálogo com órgãos, e protagonismo consolidado.


Kitty Lima não é “a deputada dos animais”. Ela é uma parlamentar que fez da causa animal uma porta de entrada para uma agenda moderna de políticas públicas, e que, na prática, vem ocupando um lugar de gestora legislativa: articula, propõe, pressiona, costura e entrega. Se 2019 foi o início de uma aposta, 2025/2026 desenham a fase da consolidação.

Tags

Share this post:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Category
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit eiusmod tempor ncididunt ut labore et dolore magna

KITTY, MAIS QUE “AU-AU”

Tags

Share this post:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Category
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit eiusmod tempor ncididunt ut labore et dolore magna
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore