Depois do carnaval tudo muda novamente. E quem esta pagando essa conta?

Não sei se nesta segunda-feira dia 16 de fevereiro de 2026, ou será na quarta de cinzas, 18 de fevereiro deste ano, a Mega FM segue no seu esporte favorito: trocar de âncora como quem troca de senha do Wi-Fi.

Eu sei que parece piada. Mas é só má gestão mesmo.

Hoje é Welder Ban. Amanhã é Carnaval. Depois do Carnaval… reza a lenda que pode ser Danilo Ferreira.
E depois disso?
Ninguém sabe. Nem a rádio. Nem quem manda. Nem quem acha que manda.

A Mega virou um reality show involuntário:
“Quem sai do meio-dia hoje?”
Vote com o dedo no dial — se ainda tiver paciência.

E não, não é perseguição ao Welder Ban. Ele é só mais um figurante num filme sem roteiro, dirigido por uma superintendência que confunde rádio com grupo de WhatsApp: entra, sai, apaga, muda tudo e acha que tá tudo bem.

A rádio fala.
Mas fala como mudo em reunião de surdos.
Fala muito e comunica pouco.
Tem microfone, mas não tem voz.
Tem frequência, mas não tem relevância.

Em Capela e região, o carro do ovo comunica mais.
O carro da pamonha engaja mais.
Até o carro do gás cria mais pertencimento que a Mega FM.

E isso dói, porque rádio, quando é bem feita, manda. Lidera. Organiza o debate. Cria identidade.
Mas a Mega hoje não lidera nada. Ela apenas ocupa espaço no dial, como um móvel velho que ninguém tem coragem de jogar fora.

Agora, vamos à parte que merece risada nervosa:
Se — atenção, isso é ironia política, dessas bem escancaradas — André Moura e Cristiano Cavalcante realmente tivessem “arrendado” essa rádio, que negócio espetacular… pro inimigo.

Seria o equivalente a comprar um canhão que dispara confete.
Que tiro no pé.
Que bala de festim.
Que investimento para não incomodar absolutamente ninguém.
Porque rádio fraca não impulsiona projeto político.
Rádio fraca atrapalha.
Rádio sem presença não constrói narrativa, só passa vergonha em estéreo.

Mas relaxem: é só suposição irônica. Porque, se fosse verdade, além de ilegal, seria estrategicamente desastroso. E ninguém com ambição política séria pisaria num terreno tão arenoso e sem tração.

O problema real tem nome, cargo e endereço: gestão sem lastro.
A superintendência da Mega FM parece acreditar que experiência é detalhe, formação é frescura e planejamento é coisa de quem tem tempo.
Resultado? Uma emissora que vive num eterno “vamos ver”, “vamos testar”, “vamos mudar”.
Troca-se âncora como quem troca lâmpada queimada, mas ninguém mexe no disjuntor.

O erro nunca é de cima. É sempre do microfone.
E aí vem o alerta — não venenoso, mas realista — para Danilo Ferreira, caso o convite seja mesmo real:
Danilo, não se iluda.
Se o problema fosse locutor, a Mega já estaria voando.
O problema é estrutural, conceitual, gerencial. É falta de rumo.

Entrar ali hoje é como assumir o volante de um carro sem alinhamento, sem freio e com o GPS quebrado — e ainda levar a culpa quando bater.

A Mega FM virou uma rádio que não incomoda, não propõe, não disputa narrativa.
Ela apenas existe.
E existir, em comunicação, é o primeiro passo para desaparecer.

Até segunda, Welder Ban.
Depois, Carnaval.
Depois do Carnaval… mais uma tentativa de fingir que agora vai.

Enquanto isso, Capela segue se informando por outros meios.

Caso o competente Danilo Ferreira tenha o espirito aventureiro, serão seis apresentadores em um ano. Um a cada mês. Caso, tenha sido mesmo arrendada, pós eleição os sócios vão receber um “rolete de cana chupado” Mas não vamos falar de cana agora não, para não misturar os assuntos.

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