Alessandro Vieira até pode carregar, formalmente, o título de senador por Sergipe. Mas, na prática, ele nunca se limitou a isso. Seu mandato ultrapassa fronteiras geográficas e se impõe no centro das grandes discussões nacionais, onde poucos conseguem chegar com densidade, preparo e coragem. Em um Congresso muitas vezes refém do ruído, ele escolheu o caminho mais difícil: o do conteúdo.
Não é por acaso que seu nome aparece, com frequência, associado a pautas estruturantes. Da defesa firme da chamada PEC da Blindagem, enfrentando interesses poderosos, às votações recentes no Senado Federal que repercutiram positivamente em todo o país. Alessandro se consolidou como uma voz que não ecoa apenas para a plateia local, mas para o Brasil real. Um senador que fala para o futuro, não para o próximo ciclo eleitoral.
Enquanto muitos se perdem no discurso fácil ou no alinhamento automático, Alessandro Vieira construiu um capital raro na política brasileira: credibilidade. Ele não atua para agradar clãs, mas para confrontá-los quando necessário. E é exatamente isso que o projeta para um patamar mais alto, onde estão os poucos parlamentares que ajudam a organizar o debate nacional, elevando o nível institucional do país.
Em um Brasil cada vez mais confuso, fragmentado e carente de referências, figuras como Alessandro Vieira se tornam âncoras de esperança. Não de uma esperança ingênua, mas daquela que se sustenta em postura, coerência e compromisso público. O país precisa se agarrar a exemplos assim para acreditar que algo melhor ainda é possível. E que a política, apesar de tudo, pode voltar a ser instrumento de construção, não de perda.



