O mago, e a invisível arte de fazer funcionar.

Existem profissionais que atravessam cargos.
E existem aqueles que atravessam sistemas.

Alexandre Barreto pertence a esse segundo grupo. O tipo de gestor que não ocupa funções, ocupa engrenagens. Onde chega, a máquina passa a fazer sentido. Onde atua, o ruído diminui, o fluxo melhora, o tempo começa a obedecer.

Quando passou pela previdência, deixou isso claro. Previdência não é palco para vaidades. É território de risco. Um erro ali não vira crítica; vira processo, vira passivo, vira dor humana. E ainda assim, Alexandre escolheu esse terreno difícil como escola. Atuou onde o Estado mais precisa ser adulto: na organização dos benefícios, no atendimento direto, na depuração de dados, no cuidado com quem depende da decisão pública para viver com dignidade.

Quem entende de gestão sabe:
melhorar atendimento não é só abrir porta, é organizar caminhos.
E foi isso que se viu na Previdência, tanto no âmbito estadual quanto no municipal. Processos mais claros. Orientação contínua. Volume de atendimentos que cresce porque o sistema aguenta. Recadastramento que deixa de ser burocracia e vira inteligência administrativa. Governança silenciosa, mas firme.

Nada disso aparece em outdoor.
Mas tudo isso aparece no resultado. E como aparece!

E quando Alexandre migra da previdência para a educação, não há ruptura. Há coerência. Porque educação, assim como previdência, é sistema vivo. É gente, é logística, é planejamento, é controle. É fazer o básico funcionar todos os dias para que o extraordinário tenha espaço para nascer.

Na Secretaria de Educação de Nossa Senhora das Dores, o que se percebe é exatamente isso: uma gestão que começa pelo alicerce. Insumos organizados. Transporte tratado como política de acesso, não como detalhe. Diálogo institucional que não foge do conflito, mas o administra. Relação com órgãos de controle que não teme fiscalização, porque trabalha com método.

Alexandre não administra por impulso.
Administra por arquitetura.

Há gestores que governam como quem improvisa uma música. Ele governa como quem rege uma orquestra: cada instrumento no tempo certo, cada silêncio respeitado, cada entrada calculada. Aí, é claro que o resultado vem em harmonia. Sem ruído.

E é impossível não projetar o amanhã quando se observa o ontem e o hoje. O histórico na previdência mostra capacidade de lidar com estruturas complexas. O presente na educação revela sensibilidade social somada a rigor técnico. O futuro, naturalmente, se anuncia mais amplo, porque quem domina processos não depende de cargo: depende de propósito.

Alexandre Barreto transmite algo raro na vida pública:
confiança técnica com calor humano.
Competência que não afasta, mas aproxima.
Gestão que não se exibe, mas se impõe pelo funcionamento.

Talvez por isso ele desperte essa sensação quase intuitiva em quem observa com atenção: a de que estamos diante de um profissional acima da média, desses que não apenas ocupam funções, mas elevam o nível do ambiente onde estão.

Se existe um presente que a administração pública pode receber, não de Natal mas de maturidade, ele atende por um nome simples e cada vez mais evidente: capacidade em contexto.

E Alexandre Barreto carrega esse presente consigo por onde passa. Por isso, para mim, ele é referência e referencial!

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O mago, e a invisível arte de fazer funcionar.

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