AO FEROZ DEPUTADO DA USINA: IMAGINE SE…

Imagine se o Natal chegasse e, ao invés de presente, o deputado da usina ganhasse um espelho.
Não desses de camarim.
Mas daqueles que mostram o que o povo anda comentando quando o microfone desliga.

Imagine se o microfone ligasse… e o apoio não

Imagine se, numa convenção partidária, clima de festa, sorriso ensaiado, luz bonita,
o deputado da usina resolvesse pedir apoio a um senador aliado.

Imagine se ele pedisse com entusiasmo.
Imagine se ele esperasse aplausos.
Imagine se recebesse… silêncio.

Poucas mãos levantadas.
Pouca empolgação.
Pouca vontade até de fingir.

Imagine se o vídeo disso tudo tivesse viralizado.
Imagine se o constrangimento tivesse falado mais alto que o discurso.
Imagine se aquela cena tivesse virado símbolo.

Papai Noel, dizem, não gosta de fiasco ao vivo. Muito menos de falta de vergonha e compromisso de quem não entende que seu espaço “mingou”

Imagine se dinheiro voasse, mas não resolvesse

Imagine se, em algum momento, o deputado da usina tivesse jogado dinheiro para o alto em público.
Imagine se aquilo tivesse soado menos como generosidade e mais como deboche.
Imagine se o povo tivesse achado pernóstico e prepotente

Agora imagine se, ao mesmo tempo, começassem a circular comentários incômodos:

“Ladrão!”
“Roubou o que é nosso, aí agora, tira onda.”
“Patife!”

Claro, tudo isso só na imaginação. Devaneio de um mero escritor.

Agora, imagine se a usina tivesse sido vendida

Imagine se todo mundo comentasse que a usina mudou de dono.
Imagine se isso fosse tratado como segredo público, ainda que Cocão News -nobre colega do meio informativo- tivesse soltado isso em primeira mão, para a população de Nossa Senhora das Dores em Sergipe.
Imagine se ninguém se desse ao trabalho de explicar nada com clareza como foi feita essa venda.

Agora imagine se as perguntas ficassem soltas no ar:

“E aquele safado não vai me pagar?”
“Será que ele vai me roubar duas vezes?.”
“não me pagou o que eu trabalhei, e agora não vai me pagar novamente?”
“Será que a mãe dele passou fome como as nossas passaram quando ele roubou nosso dinheiro?”
“Forasteiro safado!”

Papai Noel gosta de lista organizada.
E odeia conta que não fecha. Mais ainda, quem rouba gente de bem.

Imagine se ele tivesse um chicote

Imagine se o deputado da usina tivesse dado uma chicotada em seu aliado, apenas por uma observação justa.
Imagine se esse aliado fosse, inclusive, vice prefeito de Capela – só imaginação.

Imagine se em uma cavalgada, as pessoas tivessem visto.
Imagine se o clima tivesse azedado.
Imagine se o povo tivesse entendido, temido e estrategicamente esteja montando um plano para se vingar.

Tudo imaginação, claro.
Mas em Sergipe, imaginação anda de mãos dadas com memória.
Segundo Dr. Gilberto: esquizofrenia

Imagine se onde ele manda, caso mandasse em Capela, como o povo enxergaria a atual gestão

Imagine se, onde o deputado da usina exerce influência, a popularidade fosse baixa.
Imagine se o povo escutasse, mas não comprasse.
Imagine se o comentário padrão fosse:

“Ele manda, nessa fantoche que esta aí sentado na cadeira.”
” Todo mundo sabe, que o tal do ‘boizinho’ (ou seria bezerrinho, tourinho, sei lá…) não manda em nada.”
“Toda decisão é tomada pelo deputado da usina”
“Dizem que ate a esposa do fantoche, anda se queixando de ‘que homem é você’ já que o mesmo não faz nada que queira”
“Esse, se acabou politicamente. Era melhor tomar uma chicotada!”

Não é acusação.
É sensação.
E imagine se a política vivesse disso.

Agora, difícil seria imaginar, se até o governador pedisse distância, Nem tanto!rs

Imagine se o governador do estado tivesse começado a achar que a presença constante do deputado da usina em eventos oficiais não ajudasse, atrapalhasse.
Imagine se alguém tivesse sugerido, em tom baixo e educado:

“Talvez seja melhor você aparecer menos.”

Imagine se isso fosse por zelo.
Imagine se fosse por estratégia.
Imagine se fosse porque tem gente que soma… e gente que pesa.

Papai Noel entende bem de trenó pesado.

Imagine se ele fosse da terra… só no discurso
Já pensou menino? Eu não quero nem pensar.

Imagine se o vínculo com a região fosse mais eleitoral que emocional.
Imagine se o casamento político parecesse de conveniência.
Imagine se o povo sentisse isso.

O povo não precisa de documento.
O povo percebe no olhar.

Mas você já imaginou se ele fosse flagrado no PRE-CAJU 2025

Imagine se o deputado fosse flagrado em risadas, dizendo que ele compra quantos votos quiser, que eleição se define com o bolso. Que se ele conseguiu ‘sentar’ no inquérito de agressão a uma mulher, as vásperas das eleições em um povoado de Capela, quanto mais comprar um povo, que segundo ele (em nossa imaginação), é pobre, e fácil de convencer. Já pensou?!

Conclusão (hipotética, evidentemente)

Imagine se, ao final do ano, o balanço do deputado da usina fosse este:

pediu apoio e não teve;

exibiu dinheiro e gerou incômodo;

vendeu, mas não explicou;

rompeu, mas não convenceu;

trata-se o povo como mercadoria;

apareceu demais… e agradou de menos.

Imagine se Papai Noel olhasse tudo isso e pensasse:

“Esse ano, melhor passar direto.”

Porque, às vezes, o maior castigo não é a crítica.
É quando todo mundo imagina a mesma coisa — sem ninguém precisar provar nada.

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