DELAS PARA ELAS

Luane Souza é fisioterapeuta, com atuação especializada em fisioterapia pélvica, uma área essencial, e ainda pouco compreendida, da saúde da mulher. Seu trabalho é voltado para o cuidado, a prevenção e a reabilitação das funções do assoalho pélvico, acompanhando mulheres em diferentes fases da vida: da gestação ao pós-parto, da prevenção de disfunções ao tratamento de dores, desconfortos e alterações funcionais que impactam diretamente a qualidade de vida.

Mais do que tratar sintomas, a fisioterapia pélvica promove consciência corporal, autonomia e saúde integral, devolvendo à mulher conforto, segurança e bem-estar no próprio corpo.

A importância da fisioterapia pélvica para a saúde da mulher, foi tema do nosso bate papo.

  1. O que é, de forma prática, a fisioterapia pélvica?
    A fisioterapia pélvica é uma especialidade que cuida dos músculos do assoalho pélvico, responsáveis por funções como continência urinária e fecal, sustentação dos órgãos pélvicos, função sexual e estabilidade do core.
  2. Toda mulher deveria procurar a fisioterapia pélvica?
    Sim. Mesmo sem sintomas aparentes, a avaliação preventiva é fundamental. Muitas disfunções se instalam de forma silenciosa e só são percebidas quando já estão avançadas.
  3. Em quais fases da vida feminina a fisioterapia pélvica é mais indicada?
    Ela é indicada em todas as fases: adolescência, gestação, pós-parto, climatério e menopausa. Cada fase traz demandas específicas para o assoalho pélvico.
  4. Qual o papel da fisioterapia pélvica durante a gestação?
    Durante a gestação, o foco é preparar o corpo para as mudanças físicas, prevenir dores, incontinência urinária e auxiliar na preparação do assoalho pélvico para o parto, seja ele normal ou cesáreo.
  5. No pós-parto, quando a mulher deve procurar uma fisioterapeuta pélvica?
    O ideal é que a avaliação aconteça ainda no puerpério. Mesmo mulheres que não apresentam queixas devem ser avaliadas para prevenir disfunções futuras, como prolapsos e incontinência.
  6. A fisioterapia pélvica trata apenas incontinência urinária?
    Não. Ela também atua em casos de dor pélvica, disfunções sexuais, diástase abdominal, constipação, prolapsos e recuperação funcional após cirurgias ginecológicas.
  7. Muitas mulheres sentem vergonha ou receio. Isso é comum?
    É muito comum. Por isso, o atendimento é baseado em escuta, acolhimento e respeito, criando um ambiente seguro, ético e profissional para que a mulher se sinta confortável.
  8. Exercícios como “pompoarismo” substituem a fisioterapia pélvica?
    Não. Exercícios sem avaliação adequada podem, inclusive, piorar algumas condições. A fisioterapia é individualizada, baseada em diagnóstico funcional e evidências científicas.
  9. Quanto tempo dura um tratamento em fisioterapia pélvica?
    Depende da condição clínica e dos objetivos da paciente. Alguns casos exigem poucas sessões, outros necessitam de acompanhamento mais prolongado, sempre com reavaliações periódicas.
  10. Qual a principal mensagem para as mulheres que ainda não conhecem a fisioterapia pélvica?
    Cuidar do assoalho pélvico é cuidar da qualidade de vida. Dor, escapes urinários ou desconfortos não são normais e não precisam ser aceitos como parte da rotina feminina.

    E se ficou interessado e deseja saber mais, nas redes sociais você acha a doutora Luane por meio do @fisioluanesouza. Fica a dica!

Tags

Share this post:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Category
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit eiusmod tempor ncididunt ut labore et dolore magna

DELAS PARA ELAS

Tags

Share this post:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Category
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit eiusmod tempor ncididunt ut labore et dolore magna
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore